Uma leitura do instante de ver, do tempo para compreender e do momento de concluir.
O sofisma dos três prisioneiros articula a temporalidade lógica do sujeito. Neste artigo, percorremos como a pressa não é precipitação, mas a estrutura mesma do ato analítico.
Temas
- tempo lógico
- ato
- transmissão

